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Entrevista: Leonardo Rodrigues.



O fofo escritor Leonardo Rodrigues, do livro Dias sombrios da Trilogia Melissa, topou fazer uma entrevista com a galera do ADE.

ADE: Conte um pouco sobre você e o livro para nossos leitores o conhecer melhor.

Leonardo: Bom, sobre mim. Eu tenho 19 anos e fiz dois anos de Direito, mas este ano de 2015 eu resolvi seguir meus sonhos, então resolvi trocar a faculdade pra psicologia. Adoro romance e fantasia, junte os dois e você vai ter um Leonardo muito feliz, minha saga favorita é Percy Jackson e os olimpianos e Heróis do Olimpo.
O livro. O livro foi escrito depois que minhas reservas, se assim posso chamar, começaram a transbordar. Eu sempre fui um cara otimista e cheio de esperanças, na escola eu sofri muito com bullying e passei por coisas realmente muito difíceis que nunca contei a ninguém, uma hora quando estava desesperado, aos 15 anos para ser mais exato,  comecei a escrever meu primeiro livro “Os Mutantes”, nada extremamente bom, mas foi ai que começou tudo. A trilogia Melissa não é apenas uma história fictícia de romance e ação, os três livros irão abordar muitos problemas que a adolescência e a juventude enfrentam, eu tentei quebrar alguns tabus inclusive sobre relacionamentos também, Bullying é com certeza um dos maiores pontos que eu tento abordar, o livro um ele é uma introdução a história. O leitor será introduzido na história entendendo o que cada personagem sentia e passou até o determinado momento na história onde tudo começa.


ADE: Como começou a inspiração para escrever a trilogia?

Leonardo: Bom eu acho que meio que já respondi um pouco essa, kkk, foi quando senti a necessidade de que eu tinha que decidir o que fazer da minha vida. Quando se está no terceiro ano tudo fica confuso e as emoções com certeza atrapalham suas decisões, no segundo ano de direito em 2014 senti a necessidade e a vontade de começar um livro, até ai eu queria ser autor, mas ainda não havia decidido que seguiria carreira. Quando estava ficando louco sobre largar ou não o curso de Direito eu comecei a escrever usando como inspiração minhas dúvidas, e tudo o que se passava na minha cabeça naquele momento, afinal não era apenas a decisão de largar ou não o curso, também tinha problemas de relacionamento e principalmente os pesadelos que eu tinha a respeito do meu passado. Quando cheguei a metade do livro eu comecei a ficar perplexo dizendo “Não acredito que eu escrevi isso!”, procurei então estudar sobre técnicas de escrita e foi quando eu achei a maravilhosa Lycia Barros. Ela tinha muitas dicas em seu canal do youtube de técnicas para escrever e ela dava um curso pago que eu resolvi fazer, foi então ai que outra inspiração começou a surgir, técnica e estudo realmente foi uma das formas que me motivaram a querer mais a escrever este livro de modo correto e comecei a me matar de estudar.


ADE: Pra você a inspiração vem fácil ou precisa de alguma maluquice antes de escrever (plantar bananeira, correr pelo quarteirão, etc)?

Leonardo: Inspiração nunca vem fácil, pelo menos para mim. Algumas vezes quando estou muito cansado tomo um café, como algo estranho, sento na cadeira e começo assistir algum filme ou série, ou apenas ler um bom livro. Se acomodar na cadeira e escrever mesmo sem inspiração às vezes funciona depois de uns 15 ou 20 minutos, ela tende a aparecer nos piores momentos.  Já tive inspiração enquanto estava treinando na academia de Muay Thai, e meu treinador não deixa fazer nada além de focar no treino, então a saída era contar e recontar a história enquanto treinava se não a esquecia e quando finalmente o treino chegava ao fim eu pegava meu celular e gravava.
Uma maluquice que fiz para ter inspiração, pois eu fiquei quase um mês inteiro sem ideias para dar continuidade ao livro, foi viver os personagens na rua. Eu faço teatro desde que era pequeno e sempre estudei muito sobre atuar ou escrever roteiros na internet, onde vivo não tem muito incentivo a cultura, então eu usei isso ao meu favor. Comecei a viver os personagens, quando cheguei a um determinado momento que eu não sabia como o personagem iria reagir eu encarnava e então eu passei a entender mais os meus personagens, agora sei exatamente o que cada um faria em determinada situação. Acho que essa é a coisa mais louca que fiz por enquanto, mas admito que tenho vontade de chegar em qualquer um na rua e começar a falar como se fosse um de meus personagens, seria legal.  

ADE: Você tem um lugar especial para escrever?

Leonardo: Eu adoro meu quarto, mas passo muito pouco tempo nele. Trabalho o dia todo em um site/revista e como trabalho no computador no escritório sempre que tenho tempo eu uso para escrever, mas acho que seria meu quarto na minha escrivaninha.

ADE: Como esta sendo o processo de divulgação na sua visão?

Está muito bom. Eu fiz uma pesquisa de todas as editoras e decidi ser autor independente com base que muitas editoras não são boas ou não cooperam da mesma forma com o autor tendo em vista experiências de amigos autores. Então decidi entrar apenas em editoras de grande porte como Arqueiro, Intrínseca, Rocco e etc. Não vejo isso como pretensão da minha parte, quem em qualquer ramo existente não gostaria de estar trabalhando entre os melhores com os melhores? Então caso eu não consiga entrar de cara em uma delas eu vou continuar de modo independente, apesar de ter recebido uma resposta de uma delas, só infelizmente não posso dizer até estar tudo certo. Ser autor nacional é complicado, independente e iniciante no mercado? Isso sim é mais complicado, mas tenho grandes amigos que conheci através de blogs ou pela página e quando vi a capa pronta sabia que era exatamente isso que quero fazer pro resto da minha vida, a Mirella é incrível.  

ADE: Como foi/esta sendo a gravação do book trailer? Foi/esta sendo como esperava ser?

Leonardo: A gravação do book trailer esta sendo melhor do que eu esperava, eu como havia dito antes já estou um pouco familiarizado com esse lance de ator/diretor com algumas peças que fiz e dirigi, mas tive a sorte de um amigo da escola ser um grande fotógrafo, ele além de filmar e editar irá atuar e ele é muito bom no que faz, minha opinião ele é melhor do que muitos que estão em evidência ai. Só que como eu já esperava nada sai como planejado, sempre vai haver algum detalhe que não fica do jeito que você esperava, por falta de verba ou como é um livro em uma cidade que eu criei, com muito empenho nos detalhes, tem algumas cenas que eu adoraria fazer, mas não infelizmente não da, não ainda. Mas está sendo a melhor experiência da minha vida gravar este book trailer, alguns problemas apareceram recentemente, mas estamos empenhados a resolver, acho que muita gente vai se surpreender com o book trailer, quando vi algumas cenas gravadas depois de editadas parecia que estava vendo um filme de Hollywood, e o melhor são os erros de gravação que quando lançar após o book trailer tenho certeza que muitos irão rir, está muito divertido gravar.  

ADE: Qual é a reação que você espera que seus leitores terão ao ler o livro?

Leonardo: A primeira reação que eu espero de um leitor ao ler o livro seja que ao fechar o livro no fim ele foque sua atenção para o nada e fique pensativo, além de querer continuar ler claro, kkk. O livro não é apenas uma história de romance e ação, sobre quatro jovens que estão lutando para sobreviver a uma catástrofe, é sobre a história desses jovens e o que o passado de cada um os levaram a fazer, gostaria que muitos leitores possam repensar em suas próprias atitudes e rever conceitos próprios. Eu coloquei e ainda irei colocar na sequência da trilogia cenas que muitos irão se identificar, pelo menos eu espero.
Não quero meu livro sendo uma espécie de entretenimento que ao terminar a pessoa diga “Okay, qual o próximo que irei ler?” sem nem ao menos refletir sobre os assuntos abordados, não quero isso para minha carreira e espero conseguir passar o que estava em minha mente.

ADE: O que esta sendo mais difícil para você? – Em relação ao livro-

Leonardo: Agora a parte financeira e o final do livro. Sou um cara perfeccionista com minhas coisas, o final do livro eu já reescrevi ele tantas vezes e toda vez eu acabo voltando a como estava antes, eu quero que seja muito bom, e mesmo quem leu dizer estar perfeito sempre fica aquela dúvida “Será que eu acrescento algo? Ou tiro algo? Eu poderia ter feito melhor” , mas eu creio que isso não acontece apenas comigo, muitos outros autores devem passar pela mesma coisa. E a parte financeira é complicada, eu pago minha faculdade, tenho minhas contas e um livro não sai muito caro quando se é independente. Eu tenho que agradecer novamente minha capista a Mirella que fez um trabalho incrível por um preço totalmente acessível para mim. Mas digo a todos os novos autores que não desistam, vale muito a pena, se o seu bolso não te permite lançar um livro no momento que você quer, espere um pouco e seja paciente, estude todas as suas opções, eu mesmo demorei um certo tempo para achar uma saída, mas achei e da mesma forma que consegui vocês também vão conseguir.

ADE: Quais as dificuldades encontradas até o terminar o livro?

Leonardo: Achar um(a) bom profissional que revise seu livro, um ótimo(a) designer e por fim uma boa editora, acho que os autores nacionais estão conseguindo mais espaço no Brasil e muitos autores estão optando por serem independentes o que é bom.  E eu me perdi na resposta, kkkk, voltando, é eu acho que a dúvida que fica sempre na cabeça de todo autor, pelo menos eu acho que todos tem isso enquanto escrevem um livro, “será que vai ficar bom?”. Muitas vezes enquanto se escreve algumas pessoas que não tem coragem de seguir seus sonhos tentam te dizer que nunca vai dar certo, que nunca vai acontecer e que não irá resultar em nada bom, só frustrações e eu acho que talvez essa seja a maior dificuldade que eu encontrei ao escrever o livro, pessoas tentando desanimar e matar meu sonho, e quanto estava em crises talvez elas conseguiram por um curto período de tempo, mas logo eu retomava a minha vontade e dava continuidade, não acho que hajam muitas dificuldades até terminar, só o desânimo que muitos tentam implantar em nós, essas são as dificuldades que eu encontrei, talvez outros encontrem outras, mas realmente são essas pra mim.

ADE: Qual escritor você acha que mais se aproxima ao seu estilo? E o qual você mais gosta?

Leonardo: Eu procurei muito por livros com a mesma forma de escrita que eu possuo e achei apenas alguns, não que eu esteja dizendo que eu criei uma nova forma de escrever, mas eu me identifico muito nessa parte de desastres naturais, romance, ação e drama e eu gosto de misturar eles de forma aleatória e agora estou me aventurando em tentar misturar fantasia, mas eu não me recordo agora um autor, mas eu me identifico muito com diretores de cinema que existe N filmes sobre esse tema, acho que posso afirmar melhor que meu estilo é mais voltado ao cinema do que para livros da minha forma de escrita. Todos temos um ídolo no que queremos ser e nos perguntamos “O que ele faria?”, nesse caso não me pergunto se algum autor escreveria de uma forma ou outra, mas sim um roteirista de filme. Filmes como, Vulcano: A fúria, 2012, o inferno de dante e o meu favorito O impossível que foi baseado em fatos reais.
O autor que eu mais gosto é o tão conhecido Tio Rick, Rick Riordan. Sou fascinado pela forma de escrita que ele possui e o modo como ele consegue amarrar a história com tantos detalhes que os 10 livros deles possuem, todos interligados e dependentes para poder compreender, ele é com certeza meu ídolo da literatura.

HORA DO MISTURADO


ADE: Por que se deve usar uma agulha esterilizada para dar a injeção letal a um condenado à morte?

Leonardo: Kkkkkkkkkkk me desculpe pela risada em uma pergunta como essa, eu estava pensando realmente esses dais enquanto escrevia um conto. Hm... Eu acho que para ser mais ético, ele vai morrer, mas ainda é um ser humano e possui o que vemos no direito “A dignidade da pessoa humana”, acho que talvez no mínimo uma agulha esterilizada ele merece. Acho que é isso, talvez eu não tenha dito nada com nada, mas é isso ai, kkk.


ADE: Se você tivesse um gêmeo idêntico, colocaria a culpa nele? Por quê?

Leonardo: A com certeza, seria como ver meu próprio reflexo em um universo paralelo. Quem não faria isso? Eu não entendo caso alguém não faça, seria o mesmo que me ver levando a culpa e o que iria acontecer comigo, como se eu fosse meu próprio espírito fora do meu corpo e veria então o que aconteceria comigo caso eu fizesse uma besteira. Seria muito legal, agora fica a pergunta para Deus. Por que não tenho um irmão gêmeo? Adoraria saber.

ADE: Qual era o nome do capitão gancho antes de ter o gancho?

Leonardo: Eu estava assistindo once upon a time agorinha e por causa da minha memória de barata juro que não consigo me lembrar, kkkkkkkk. E olha que o ep falava do Capitão, acho que barba negra, sla.

ADE Resposta:  Capitão James Hook, eu também assisto, bate ai o/

ADE: O que faria com um algodão doce um triciclo e um alho?

Leonardo: Algodão doce eu colocaria em meus ouvidos, um pouco claro que eu adoro algodão doce, para o vento não me deixar doente, então subiria com meu triciclo em uma montanha e desceria ela e como é óbvio que eu iria me machucar e feio eu amassaria o alho com uma pedra e colocaria em meus machucados com sal.

ADE: Por ultimo de três dicas para os novos escritores.

Leonardo:
1: Sempre acredite em si mesmo, pode parecer clichê, mas acredite em mim se quiser você vai precisar ter auto confiança ao escrever, muitos irão querer te derrubar e dizer que não é capaz ou mesmo quando a história estiver pronta e leitores lendo você vai se deparar com alguns leitores que vivem para odiar apenas e criticar, então seja seguro de si. Se não é, aprenda a ser e depois lance, assim evita problemas emocionais.
2: Tente procurar dicas de novos autores, livros que fale sobre como escrever um livro e conversar com alguns que estão neste ramo. Sou da vertente que acredita que um livro é  90% técnica e 10% inspiração, porque acredito que um livro mal escrito com boa história não serve como livro, mas um livro bem escrito e com história bem amarrada, mas com uma história não tão mirabolante seja mais respeitável como autor.
3: E por fim seja o melhor no que você faz, toda profissão tem os que se dão bem e os que não se dão. Porque um médico tem que estudar anos e anos e pra ser escritor é só ter inspiração? Estude e pesquise, seja o melhor na sua área e te garanto que você terá resultados.


Leonardo: Agora deixo aqui minha eterna gratidão a vocês e aos meus leitores e pelas mensagens de incentivo que eu recebo todos os dias me ajudando a seguir em frente, tem muitas novidades este ano para vocês e espero que gostem do livro, um forte abraço. 


ADE: A galera do ADE deseja muita sorte para você Leonardo. E que você volte mais vezes para conversar com a gente.




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Entrevista feita pela a Equipe do ADE.
ADE agradece imensamente a todos vocês e o
Leonardo Rodrigues.
por essa entrevista N°3.

Entrevista: Rafaela Alves

         Depois do lançamento de No Doce Embalo da Magia, a escritora fofa Rafaela Alves cedeu uma entrevista com nós do Amadores da Escrita.

ADE: Há quanto tempo escreve?

Rafa: Eu escrevo desde os 14 anos. Comecei escrevendo textos mesmo. Mas meu primeiro livro, intitulado “Antes que a lua apareça”  escrevi com 16.

ADE: Legal, começou cedo. E como foi o processo de publicação do seu livro?

Rafa: O No doce embalo da magia eu publiquei independente.

         Viu só, Amadores? Mais uma guerreira!

ADE: como se sentiu depois da publicação do livro?

Rafa: Nossa. Acho que pegar nosso livro pronto é uma sensação que não existe explicação. Pegar algo seu e rever todos os momentos e horas dedicados aquele seu sonho, é totalmente mágico.

ADE: Quais são as reações mais frequentes dos seus leitores?

Rafa: Boa pergunta. Eles me contam chorando no fim da história, porque é bem intenso, e todos gostam da forma como a história é desenvolvida.

ADE: Como está sendo o mercado literário para você? O que espera dele?

Rafa: A melhor coisa, é ver as pessoas gostando de algo que você fez, personagens que você criou. Isso é algo fantástico! Eu pretendo continuar escrevendo sempre e movendo os corações dos meus leitores de maneira cada vez mais profunda.

ADE: Como veio a ideia para No Doce Embalo da Magia?

Rafa: Veio do nada. Escrevi ele em dois messes e logo em seguida o publiquei. Eu sempre gostei de A Bela e a Fera e sempre tive meu ponto de vista, afinal eu sempre gostei mais dos vilões, então peguei tudo o que eu pensava e contei a minha história que ficava martelando a cada dia.

ADE: O que faz para ter inspiração?

Rafa: Ler livros, quando estou de ressaca literária sempre sai coisas lindas... Filmes. E quando eu estou bem comigo mesma, em um momento de pura felicidade, é onde as palavras e os momentos descritos são os mais belos.

ADE: Como foi a sensação de escrever na visão da feiticeira?

Rafa: Foi ótima! Sempre amei vilões e sempre acreditei que eles tem seus motivos pra ser assim. Elly foi a vilã mais doce e marcante que eu já vi em tudo relacionado a Bela e a Fera. Não é porque fui eu que escrevi... Mas porque a história contada por ela, trazendo segredo e mistérios, acho que é isso o que o leitor procura, algo que os deixe intrigados e curiosos até a última página.

ADE: Como começou a desenvolver o enredo da história?

Rafa: Foi do nada. Esse livro quando comecei a escrever nao tinha uma sinopse nem um enredo. Eu apenas liguei o notebook e comecei a escrever e o resto veio literalmente com o passa
O dos acontecimentos, eu tinha na cabeça somente o fim da historia

ADE: O que você acha da história clássica da Bela e a Fera?

Rafa: Eu acho a historia mais linda de todas. Porque nos prova que o amor não vem somente por aparências e sim por gestos, atitudes e bons momentos.

ADE: Como foi o processo de divulgação? Esperava alcançar o público que tem?

Rafa: Foi exaustivo, tive que ir atrás todos os dias, indo atrás de cada detalhe... Meu publico eu devo aos meus outros livros também, quando souberam que eu estava escrevendo um conto me apoiaram e ficaram super ansiosos para o resultado. E os leitores que ganhei por ele são pessoas lindas que são apaixonadas por contos de fadas tanto quanto eu.

ADE: O que você pode dizer para os escritores que estão começando agora?

Rafa: Que não desistam dos seus sonhos. Eu sei como é difícil esse mundo da literatura, mas quando temos algo em mente temos que nos dedicar ao máximo, ir por cima de contras e de coisas negativas , vencer os obstáculos e nunca desistir, porque um dia seu esforço valerá a pena!


ADE: Muito obrigada, Rafa. Toda equipe ADE te deseja toda felicidade e sorte do mundo na sua escrita.



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Entrevista feita pela a Equipe do ADE.
ADE agradece imensamente a todos vocês e a 
Rafaela Alves 
por essa entrevista N°2.

Entrevista: R.J. Mendes



O paranaense Rodrigo Mendes, conhecido como R.J Mendes, escritor do livro O incendiário, conversou com a galera do ADE pelo e-mail e fizemos uma leve entrevista com ele.

Equipe do ADE:  -Fale um pouco sobre sua trajetória e sobre o livro...  

Rodrigo: Eu tenho 21 anos, e desde sempre gostei de ler e escrever e assim foi nascendo um gosto para eu querer ter meu próprio livro assim comecei a escrever o livro, e cada cena foi nascendo até que O Incendiário ficou pronto!

Jenn:  -Como foi o processo de publicação do seu livro? E como se sente em relação ao seu primeiro livro publicado?

Rodrigo: O processo de publicação foi bem demorado, quase nove meses, mas deu tudo certo!
Me sinto bem é agradável ter um publico que leu seu livro e falar o que acharam sobre ele para você, e com vontade de publicar muitos outros.

Jenn:  -Como são as reações mais frequentes que você acha que seus leitores têm ao ler o livro?

Rodrigo: Se assustam com o decorrer da trama e ficam - OMFG- com algumas coisas e me falam por você isso ou aquilo.

Jenn:  -Como a inspiração chegou pela primeira vez?

Rodrigo: O Incendiário era um vilão de uma outra história lá do passado, e o resgatei e criei um história para ele sem nenhum conexão com minha história passada.

Jenn:  -O que faz para ter inspiração?

Rodrigo: Sentar e pensar, e quando a inspiração chegar, mãos a obra.

Jenn:  -Como se sente mais confortável para escrever? Tem algum lugar especial?

Rodrigo: Não tenho um lugar preferido de escrever, mas gosto de estar sentado no chão com o notebook em uma cadeira, estranho né, mas sei lá.

HORA DO MISTURADO


Luna: - Você tem um dia de compras grátis em uma livraria, você pegou cinco livros, mas tem duas condições para você levar esses livros.
1. Não pode ser de um autor que já vendeu Best-seller
2. Só pode escolher um gênero para os cinco livros.
Quais foram os cinco livros que você escolheu?


Rodrigo: Compraria os cinco livros do Maze Runner

Luna: -Você pode mudar uma única coisa em um livro – Pode ser o enredo, a capa, o titulo... – Qual o livro e o que você mudaria?

Rodrigo: Mudaria o fim do livro "Clube de Boxe de Berlim" faltou um drama e faltou páginas para mostrar o que houve, além de entrar no barco.

Luna:  - Você pode ser tornar um super-herói? Condições:
1.     Nome bizarro
2.     Poder mais bizarro ainda
Quem seria você?

Rodrigo: Mister Orc
Queria ter o poder de me transformar em um Orc, não sei por que isso, deve ter sido por que fiz a maratona Senhor dos Anéis hahaha

Luna: (Risada) Ok Mister Orc. O que você faria com queijo gorgonzola, uma caneta sem tinta e um fio dental?

Rodrigo: HAHAH jogando no google " queijo gorgonzola"
É tipo um queijo com fungo?
Pegaria o tubo da caneta sem tinta, atravessaria o queijo e colocaria o fio dental dentro do tudo e amarraria.
Não sei por que ia fazer isso haha tem tempo né?
  
Luna: Por fim saindo da “hora do misturado”, qual são suas três dicas para os jovens escritores?  

Rodrigo: Três dicas...
Não desistam.
Anotem todas as suas ideias em algum lugar, faça uma pasta de arquivos de ideias

Escrever é a melhor dica sempre, escrever e escrever.

Equipe do ADE: Obrigada pela entrevista, foi um enorme prazer conversar e conhecer um pouco mais sobre você. 





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Entrevista feita por 
Jenn e Luna
ADE agradece imensamente a todos vocês e a R.J. Mendes por essa entrevista N°1.